O problema
Toda manhã, duas pessoas da equipe abriam cerca de 30 diários oficiais e procuravam, um a um, as palavras-chave de cada cliente — nomes, números de processo, termos específicos. Eram cerca de 3 horas por dia, por pessoa: mais de 120 horas por mês consumidas em uma tarefa repetitiva e sujeita a falha humana.
E a falha aconteceu. Mais de uma vez, publicações relevantes passaram despercebidas. Em operação jurídica, publicação perdida pode significar prazo perdido — um risco que nenhum escritório aceita correr de bom grado.
O que foi construído
Construímos um sistema que baixa e varre automaticamente os diários oficiais monitorados, todos os dias, cruzando o conteúdo com as palavras-chave de cada cliente. A busca tolera variações de grafia e acentuação — o que o Ctrl+F humano não faz — e reconhece padrões como CPF e CNPJ.
Para cada ocorrência, o sistema gera um relatório com a imagem real da página do diário no trecho encontrado, pronta para uso jurídico. O trabalho humano mudou de natureza: em vez de procurar, a equipe revisa o que o sistema encontrou e decide o que fazer.
O resultado
O que tomava cerca de 6 horas de trabalho por dia (duas pessoas, 3 horas cada) hoje toma cerca de 15 minutos de revisão — aproximadamente 120 horas por mês devolvidas à equipe. Desde a implantação, nenhuma publicação monitorada passou despercebida.
O sistema processa dezenas de edições por dia, registra centenas de ocorrências por semana e segue em manutenção contínua, acompanhando mudanças nos portais.